quarta-feira, 12 de junho de 2013

Garota Exemplar - O Thriller do Ano

Vídeo: Gillian Flynn fala sobre "Garota Exemplar"



“O retrato de um casamento tão aterrorizante que vai fazer você passar um bom tempo pensando em quem realmente é a pessoa que está ao seu lado na cama.”
Time

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“Um thriller arrebatador, o retrato magistral do desenrolar de um casamento.”
The New Yorker

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“Um thriller engenhoso e perverso. Uma leitura de tirar o fôlego, Garota exemplar mostra, por meio de reviravoltas e estranhezas, as tênues relações de poder entre homens e mulheres e como muitas vezes os casais estão à mercê de forças além de seu controle.”
Entertainment Weekly

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“Com uma trama digna de Alfred Hitchcock, Garota exemplar vasculha os recônditos mais sombrios da psique humana. Uma leitura deliciosa, que vai prendê-lo até a última página.”
People

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“Um suspense de ritmo alucinante e também uma cuidadosa análise da relação conjugal. Extremamente bem construído e surpreendentemente reflexivo, é uma leitura maravilhosa.”
The Boston Globe

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“Ao mesmo tempo um thriller e uma história de amor macabra, escrito de forma incrível, com voltas e reviravoltas nada óbvias.”
New York Post

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“Com um humor negro e inteligente, Garota exemplar traz à tona uma verdade sobre os casamentos aparentemente perfeitos: às vezes é seu pior inimigo quem desperta o melhor em você e, nesse caso, é bom mantê-lo por perto.”
Salon

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“A história se desenrola de forma precisa e fascinante. Mesmo quando você sabe que está sendo manipulado, procurar as peças que faltam é metade da emoção.”
Oprah.c

Dicas de Livros para o Dia dos Namorados


Neste dia dos namorados, que tal dar um livro de presente?
Confira as dicas do Blog da Companhia das letras :)




terça-feira, 11 de junho de 2013

O Prisioneiro do Céu – Carlos Ruiz Zafón


O que ando lendo? 



Barcelona, 1957. Daniel Sempere e seu amigo Fermín, os heróis de A sombra do vento, estão de volta à aventura para enfrentar o maior desafio de suas vidas. Já se passa um ano do casamento de Daniel e Bea. Eles agora têm um filho, Julián, e vivem com o pai de Daniel em um apartamento em cima da livraria Sempere e Filhos. Fermín ainda trabalha com eles e está ocupado com os preparativos para seu casamento com Bernarda no ano-novo. No entanto, algo parece incomodá-lo profundamente. Quando tudo começava a dar certo para eles, um personagem inquietante visita a livraria de Sempere em uma manhã em que Daniel está sozinho na loja. O homem misterioso entra e mostra interesse por um dos itens mais valiosos dos Sempere, uma edição ilustrada de O conde de Montecristo que é mantida trancada sob uma cúpula de vidro. O livro é caríssimo, e o homem parece não ter grande interesse por literatura; mesmo assim, demonstra querer comprá-lo a qualquer custo. O mistério se torna ainda maior depois que o homem sai da loja, deixando no livro a seguinte dedicatória: "Para Fermín Romero de Torres, que retornou de entre os mortos e tem a chave do futuro". Esta visita é apenas o ponto de partida de uma história de aprisionamento, traição e do retorno de um adversário mortal. Daniel e Fermín terão que compreender o que ocorre diante da ameaça da revelação de um terrível segredo que permanecia enterrado há duas décadas no fundo da memória da cidade. Ao descobrir a verdade, Daniel compreenderá que o destino o arrasta na direção de um confronto inevitável com a maior das sombras: aquela que cresce dentro dele. Transbordando de intriga e emoção, O prisioneiro do céu é um romance em que as narrativas de A sombra do vento e O jogo do anjo convergem e levam o leitor à resolução do enigma que se esconde no coração do Cemitériodos Livros Esquecidos.

sábado, 8 de junho de 2013

PUBLIQUE-SE COM A SARAIVA

Conheça o "Publique-se" da Saraiva. Uma boa oportunidade para os novos autores. No publique-se você pode transformar seus textos em livros digitais em apenas um clique. Transforme sue sonho em realidade!. Clique  aqui e confira.







quinta-feira, 6 de junho de 2013

Concorra aos livros Livros A Outra Sombra + A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra

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A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra


A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo.
Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler.
Mas Jannon é curioso…
Michael Schaub, crítico de livros da NPR, disse antes do lançamento nos EUA que Mr. Penumbra seria uma das experiências de leitura mais divertidas que provavelmente teria no ano passado.
Jonathan H. Liu, da GeekDad, disse: "Fantástico... Eu adorei mergulhar no mundo que Sloan criou, tanto a fantasia de alta tecnologia do Google como da sociedade analógica".
O Jornalista Zeca Camargo recomendou a leitura em seu blog, confira o trecho: "Trata-se de uma aventura apaixonada sobre livros – sobre o passado e o futuro deles, ambos os tempos convivendo (não exatamente em harmonia) na livraria do senhor Penumbra. Os personagens que desfilam pela loja desafiam qualquer noção de realidade – e embora alguns trechos tenham toques de ficção científica, há um delicioso balanço entre a fantasia e o nosso cotidiano tão informatizado. Recomendo-o". 



 A Outra Sombra


E se você descobrisse que a morte é só um detalhe?!... O jovem Vinicius é um garoto ingênuo e incapaz de perceber que o mal pode estar onde menos se espera. Mas, um grave acidente de automóvel vai deixá-lo diante de um terrível mistério. Algo capaz de arrastá-lo para um mundo sombrio, onde a maldição e a bênção vão travar uma luta que ultrapassa os limites entre o bem e o mal. Agora, o rapaz se vê diante de uma assustadora sequência de eventos, onde nada é o que parece ser. 


Repleto de intriga e de emoção, A Outra Sombra é um romance inquietante, que nos conduz a um caminho sem volta. Segredos, ressentimentos e o desejo de vingança se confrontam numa surpreendente busca por respostas, onde qualquer um pode ser o próximo. Descubra o lado oculto de cada verdade.

                                                                 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Promoção "Pergunte ao autor Max Moreno" - Blog LiteRata

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Uso da vírgula - Tire suas dúvidas


Apesar de parecer simples, o uso da vírgula é um elemento da escrita em que muitos tropeçam. E uma vírgula mal colocada, ou a falta dela, pode prejudicar completamente a clareza de um texto, tornando-o ambíguo e obscuro. Quer um exemplo? Veja então como estas duas frases têm sentidos totalmente diferentes apenas pela posição da vírgula. "Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, andaria de quatro a sua procura". (um sentido). /"Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher andaria de quatro a sua procura". (outro sentido). Portanto, ciente da importância do uso correto da vírgula, que tal saber mais e tirar suas dúvidas sobre o emprego desse sinal de pontuação?
Para falar a verdade, virgular bem não é fácil, porque é preciso ter um bom conhecimento de sintaxe. Acrescenta-se a isso o fato de o uso da vírgula ser uma matéria controvertida entre os gramáticos. Não existe unanimidade nem regras absolutas. Diante disso, faremos aqui um apanhado do que o uso geral vem sancionando.
Para começar, é imprescindível acabar com a lenda de que o uso da vírgula está relacionado à respiração. Esqueça isso! Se assim fosse, cada um iria usar a vírgula de um jeito, concorda? Na verdade, o emprego da vírgula depende da estrutura sintática da oração. Você não sabe nada de sintaxe ou esqueceu tudo o que o professor de Português falou naquelas aulas que pareciam enfadonhas? Sim? Então, vamos dar uma pequena revisada.
Todo termo, palavra ou expressão desempenha uma função no período, e é por meio da análise sintática que se reconhecem essas funções. Quais seriam essas funções? Entre outras, as seguintes:
·Sujeito - é o ser de quem se diz alguma coisa ou que pratica a ação.
·Predicado - é aquilo que se afirma do sujeito.
·Predicativo - é o termo que exprime um atributo, um estado ou modo de ser do sujeito ou que se refere ao objeto de um verbo transitivo.
·Objeto direto e indireto - são os complementos verbais.
·Agente da passiva - representa o ser que pratica a ação expressa pelo verbo passivo.
·Adjunto adnominal - é o termo que caracteriza ou determina os substantivos.
·Adjunto adverbial - é o termo que exprime uma circunstância (de tempo, lugar, modo, etc.).
·Aposto - é uma palavra que explica, esclarece, desenvolve ou resume outro termo da oração.
·Vocativo - é o termo usado para chamar o ser a que nos dirigimos.
Fizemos apenas uma síntese, e deve ter ficado meio confuso, não foi? Por isso e, para virgular com precisão, é imperioso que você se aprofunde na análise sintática. Não se esqueça de estudar os diversos tipos de períodos e de orações.
Continuando o desenvolvimento do nosso tema, vamos falar sobre as funções da vírgula.
Funções da vírgula


A vírgula, do mesmo modo que os demais sinais de pontuação, exerce três funções básicas:
·Marcar as pausas e as inflexões da voz na leitura; (A lenda que relaciona uso da vírgula com respiração nasceu dessa função que ela desempenha, mas não há que se confundir entoação verbal com respiração, certo?)
·Enfatizar e/ou separar expressões e orações;
·Esclarecer o sentido da frase, afastando qualquer ambigüidade.
Antes de falarmos especificamente sobre os casos de uso da vírgula, é melhor esclarecermos quando ela não deve ser empregada. Para isso, é preciso que você saiba que o período segue uma seqüência lógica, também chamada de ordem direta ou ordem habitual, a saber: sujeito -> verbo -> complemento -> circunstâncias. Entenderam agora a necessidade de dominar a análise sintática? Bom, seguindo essa seqüência, sem interferência, não há vírgula, isto segundo a maioria dos gramáticos. Digo “maioria dos gramáticos” porque alguns afirmam que ela seria optativa antes das “circunstâncias” ou, gramaticalmente falando, antes dos adjuntos adverbiais. Ex.: Os policiais militares desencadearam a operação lei seca durante o jogo da seleção brasileira. (ordem direta, sem vírgula)
Sabendo disso, vamos ver os casos em que a vírgula não é usada.
Não deve ocorre vírgula


1 - Entre o sujeito e o verbo:
Ex.: Os policiais prenderam o infrator.
O sargento é mestre em artes marciais.
2 - Entre verbo e complementos verbais:
Ex.: Encontramos o suspeito.
Obedecemos às ordens do comandante.
3 - Antes de orações subordinadas substantivas, exceto as apositivas.
Ex.: Convém que deixemos o local.
Espero que nenhum policial cometa erros durante a operação.
4 - Antes de orações adjetivas restritivas:
Ex.: Ele é o homem que mata passarinhos.
Um vegetal é um animal que dorme.
5 - Em orações coordenadas ligadas por “e” que tenham o mesmo sujeito:
Ex.: Chegou e prendeu o infrator.
Agora, sim, vamos estudar os casos de uso da vírgula.
Casos de uso da vírgula
Usa-se a vírgula para:


1 - Assinalar o vocativo (é o termo com que se interpela/chama o ouvinte/interlocutor):
Ex.: Sargento Mike, compareça ao local da ocorrência.
Cidadão, você será conduzido à delegacia da cidade.
2 - Assinalar o aposto (é o termo da oração que serve par explicar um termo anterior, identificando-o, esclarecendo ou qualificando-o):
Ex.: O comandante do batalhão, pessoa justa, não condenou o sindicado.
Inspetor Bugiganga, policial criativo, prendeu os criminosos.
3 - Precedendo termos de mesmo valor sintático. Observação: Quando o último elemento é introduzido pelas conjunções "e", "ou", "nem", não se usa a vírgula.
Ex.: Amor, fortuna, ciência, somente isso não traz felicidade.
Foram apreendidas armas de fogo, substâncias entorpecentes e bicicletas furtadas.
Nem
 a música, nem o cinema, nem o teatro têm a mesma magia do circo.
Um
 avião, um ônibus ou um automóvel não têm o mesmo charme de um trem.
4 - Precedendo orações coordenadas assindeticamente, isto é, sem uso de conjunções. Via de regra, são orações não introduzidas pela conjunção aditiva “e”.
Ex.: Aborde-o, reviste-o, algeme-o e prenda-o.
Teimou, insistiu, tornou a insistir e acabou sendo demitido.
Chegou a casa, sentou no sofá, ligou o televisor, buscou o canal certo,acomodou-se e assistiu ao filme.
5 - Entre as orações intercaladas:
Ex.: A guerra, disse o general, é uma defesa prévia.
A arma de fogo, disse o policial, é minha ferramenta de trabalho.
6 - Para marcar as orações subordinadas adjetivas explicativas:
Ex.: O carnaval, que é tradicional, a cada ano está mais perigoso.
A alma, que é imortal, integra-se ao cosmo.
7 - Entre expressões explicativas, continuativas, conclusivas, retificativas ou enfáticas de um modo geral (isto é, a saber, por exemplo, a meu ver, na minha opinião, digo, ou melhor, quer dizer, além disso, aliás, assim, com efeito, como dizer, demais, depois, enfim, então, no mais, ora, ou seja, ou antes, igualmente, pensando bem, pois bem, pois sim, por assim dizer, realmente, em suma, note-se bem, finalmente, em verdade, de fato, sim, não, etc.):
Ex.: O criminoso, digo, o cidadão infrator, foi detido às nove horas.
O governador, ou melhor, o excelentíssimo senhor governador, dará um aumento de 100% à classe policial.
Observação desse caso de uso da vírgula: Lembre-se de usá-la com "sim" e "não".
Ex.: Sim, um dia hei de morrer.
8 - Entre as conjunções coordenativas adversativas e conclusivas, quando pospostas/intercaladas (porém, contudo, entretanto, todavia, logo, portanto, etc.):
Ex.: O tiroteio, porém, continuava.
O sargento, portanto, foi homenageado.


9 - Nas datas e endereços:
Ex.: Belo Horizonte, 13 de novembro de 2008.
Rua da Alegria, nº 30.
10 - Para indicar zeugma (elipse/omissão de um ou mais termos anteriormente citados):
Ex.: Uns diziam que se suicidou; outros, que foi assassinado. (elipse do verbo “diziam”)
O dia estava quente; o sol, escaldante. (elipse do verbo “estava”)
Nós viemos da terra; eles, do mar. (elipse do verbo “vieram”)
11 - Precedendo orações principais pospostas:
Ex.: Quando menos se esperava, o cadete deixou de lado suas antigas aspirações.
12 - Antes de “e”, quando as orações apresentarem sujeitos diferentes ou quando o “e” se repetir:
Ex.: Fez-se o céu, e a terra, e o mar.
João escreveu uma carta, e José arrumou a cama.
13 - Nos elementos paralelos de um provérbio:
Ex.: Mocidade ociosa, velhice vergonhosa.
14 - Em construção com termos pleonásticos:
Ex.: Bom policial, talvez não mais o seja.
14 - Para separar predicativos situados antes do verbo (predicativo é o termo que exprime um atributo, um estado ou modo de ser do sujeito ou que se refere ao objeto de um verbo transitivo.):
Ex.: Destemidos e intrépidos, os policiais avançavam pela área de risco.
15 - Orações subordinadas substantivas apositivas:
Ex.: Fez-nos um pedido, que mantivéssemos suas vírgulas.

16 - Antes de locuções adversativas como "e sim", "e não". Entretanto, não se deve isolar essas locuções adversativas com vírgula. Usa-se somente uma, precedendo-as.
Ex.: Ele comprou um DVD,
 e não um CD.
Ele não fez as tarefas de que foi incumbido,
 e sim as que ele quis.
Casos controversos entre os gramáticos

1 - Adjuntos adverbiais e orações adverbiais.
Como vimos acima, o adjunto adverbial é o último elemento da frase, e a oração subordinada adverbial deve vir após a oração principal (seqüência lógica ou ordem direta). Diante disso, alguns gramáticos afirmam que, sempre que o adjunto adverbial ou a oração adverbial vierem deslocados da ordem direta da frase, é necessário o uso da vírgula para marcar esse deslocamento. Outros, dizem que a vírgula é optativa. Outros, porém, ensinam que, nesses casos, o uso da vírgula deve condicionar-se ao número de palavras que contém o adjunto adverbial ou a oração subordinada adverbial. Outros, ainda, dizem que, mesmo a oração subordinada adverbial estando posposta (após) a principal, somente não é usada a vírgula nas orações subordinadas adverbiais finais e orações subordinadas adverbiais conformativas. E outros gramáticos estabelecem outras regras. Então, qual regra usar? Se for num vestibular ou concurso, use as regras do livro indicado no edital. Agora, no dia-a-dia, creio que se deva buscar a harmonia, o ritmo, a melodia, o equilíbrio e, principalmente, a clareza.
Veja exemplos do que acabamos de falar:
Ordem direta da frase:
Ex.: Os policiais militares desencadearam a operação lei seca durante o jogo da seleção brasileira. (sem vírgula)
Os policiais militares desencadearam a operação lei seca, durante o jogo da seleção brasileira. (com vírgula)

Adjunto adverbial deslocado:
Ex.: Durante o jogo da seleção brasileira, os policiais militares desencadearam a operação lei seca. (com vírgula)
Os policiais militares desencadearam ontem a operação lei seca. (sem vírgula)

Período composto. Seqüência normal:
Ex.: O cadete deixou de lado as antigas aspirações quando menos se esperava. (sem vírgula)
O cadete deixou de lado as antigas aspirações, quando menos se esperava. (com vírgula)

Período composto. Oração adverbial deslocada (intercalada ou anteposta):
Ex.: O cadete, quando menos se esperava, deixou de lado suas antigas aspirações.
Quando menos se esperava, o cadete deixou de lado suas antigas aspirações.
Suas antigas aspirações, segundo diziam todos, eram irrealizáveis.
2 - Há também entre os gramáticos controvérsia quanto ao uso da vírgula nas orações reduzidos de gerúndio ou de particípio. Os pontos de conflito são semelhantes aos dos adjuntos verbais e das orações subordinadas adverbiais. Alguns gramáticos afirmam que a ausência da vírgula diante das orações reduzidas é a regra em qualquer tipo de oração adverbial na sua ordem habitual, isto é, depois da oração principal, não anteposta nem intercalada. Outros, afirmam que a vírgula é obrigatória. Outros, afirmam que ela é optativa. Então, caro internauta, é você quem decide.
Ex.: Esse fato contribui ainda mais para afastá-lo da sua missão de eliminar conflitos realizando a justiça. (sem vírgula)
Esse fato contribui ainda mais para afastá-lo da sua missão de eliminar conflitos, realizando a justiça. (com vírgula)
Terminando o trabalho, pode descansar. (com vírgula)


Era isso o que tínhamos para lhe dizer.