terça-feira, 2 de julho de 2013

GRANDES AUTORES - FRANZ KAFKA


Quem nunca ouviu falar da intrigante narrativa de "A Metamorfose" de Franz Kafka?

De origem judaica, Kafka foi um dos maiores escritores do século XX. Entre suas obras mais famosas estão: O Processo, A Metamorfose e O Castelo que retratam indivíduos preocupados com o pesadelo de um mundo impessoal e burocrático. 



Hoje (03/07/13) Kafka recebeu uma pequena homenagem do Google, com a criação de um Doodle na página inicial do buscador, e foi considerado um dos Doodles mais belos já criados pela empresa.


A Metamorfose - Franz Kafka


segunda-feira, 1 de julho de 2013

A OUTRA SOMBRA - RESENHA BLOG ESCREV'ARTE

Oi, pessoal.. :)
O livro "A Outra Sombra" foi resenhado por Nadja Moreno do blog Escrev'Arte.  Acesse, confira e concorra a um exemplar.... Boa sorte a todos :)




Resenha:

O livro inicia com a narrativa do acidente de Vinicius e em poucas páginas o autor descreve tanto o acidente quanto os acontecimentos assustadores que Vinicius tem de encarar em seguida. A narrativa já começa fluída e de fácil entendimento, já gerando pontos de interrogação no leitor que... Leia +



domingo, 30 de junho de 2013

GRANDES AUTORES - EDGAR ALLAN POE


Poe - Um dos autores mais enigmáticos de todos os tempos.



Nascido em 19 de janeiro de 1809 em Boston, Massachusetts, Estados Unidos, Edgar Allan Poe foi escritor, poeta, editor e crítico literário americano. Um mestre em histórias que envolvem o mistério e o macabro, Poe foi um dos primeiros escritores americanos de contos e é considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por contribuição ao emergente gênero de ficção científica. Poe foi o primeiro escritor americano conhecido a tentar ganhar a vida através da escrita por si só, resultando em uma vida e carreira financeiramente difícil. Ainda jovem, ficou órfão de mãe, que morreu pouco depois de seu pai abandonar a família. Poe foi acolhido por Francis Allan e o seu marido John Allan, de Richmond, Virginia, mas nunca foi formalmente adotado. 


Entre suas obras mais notáveis estão: The Raven (O Corvo), um poema repleto de musicalidade, língua estilizada e atmosfera sobrenatural, que foi publicado pela primeira vez em 29 de Janeiro de 1845, no New York Evening Mirror; e The Black Cat (O Gato Preto), um conto considerado por muitos como um estudo da psicologia da culpa. Foi publicado em uma edição do Saturday Evening Post de 19 de agosto de 1843.

MORTE
No dia 3 de Outubro de 1849, Poe foi encontrado nas ruas de Baltimore, com roupas que não eram as suas, em estado de delirium tremens, e levado para o Washington College Hospital, onde veio a morrer apenas quatro dias depois. Poe nunca conseguiu estabelecer um discurso suficientemente coerente, de modo a explicar como tinha chegado à situação na qual foi encontrado. As suas últimas palavras teriam sido, de acordo com determinadas fontes, “It's all over now: write Eddy is no more”, (Está tudo acabado: escrevam Eddy já não existe).
As causas da morte de Poe nunca foram de fato apuradas, sendo bastante comum, apesar de incomprovada, a ideia de a causa do seu estado ter sido embriaguez.

terça-feira, 25 de junho de 2013

PARCERIA COM BLOG ESCREV'ARTE



Gente!...

É com muito prazer que lhes informo a nossa nova parceria com o Blog Esvrev’Arte da Nadja Moreno. Veja abaixo a recepção calorosa que tive por lá :) 


“Boa tarde amigos do Escrev'Arte! Muitas leituras por aí?

E não é que o Escrev'Arte ganhou mais um parceiro!!! Mais um integrante desta família chega para agitar nosso espaço mais um pouco! Feliz!!!!! *-*


Vamos conhecê-lo?”...

“... Max Moreno é uma pessoa alto astral ligada no 220v o tempo todo!!!! Muito extrovertido” (...) Leia +...


LITERATURA FANTÁSTICA BRASILEIRA



VEJA O QUE DIZ PEDRO MORENO SOBRE O ASSUNTO
 

Se aquilo que escrevemos é oriundo do imaginário, o fantástico é fruto dos sonhos. Isso coloca a literatura fantástica brasileira como tendo uma gênese semionírica tinta de verde e amarelo.
Seria querer fechar os olhos a quem nos traz um legado tão importante dizer que o gênero fantástico no Brasil é algo que nasceu nas últimas décadas. Lembro-me de quando li Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo, ainda na adolescência: ignorar que seja literatura fantástica (chamar de quê? realismo criativo? histórias pseudorreais sanguinolentas? ultra-romantismo?) é querer negar que em 1855 um brasileiro, mesmo que postumamente, teve sua narrativa fantástica publicada.

Não podemos querer usar eufemismos aqui, como bem aponta Nilto Maciel, na revista de contos Bestiário: não se trata do maravilhoso, do sobrenatural aceito, do hiperbólico, exótico ou mesmo estranho ou grotesco. Existe alguma razão prática para se negar que se produz literatura fantástica no Brasil? Por ser uma literatura de entretenimento deve-se colocá-la num patamar menor, como se fosse uma pequena arte? – isso se for considerada arte…

Temos, sim, autores de literatura fantástica. Escrevemos histórias maravilhosas e exóticas e estranhas e até mesmo grotescas, mas tudo isso é apenas a manifestação do fantástico. Seja carregado de simbolismo ou tão direto quanto o autor deseje, é assim que se produz a literatura fantástica brasileira.

É claro que há expoentes lá fora: Tolkien, Martin, Rowling, Poe, Le Guin… Mas não ofusquemos nossos olhos ao ver o brilho que trazem sem ousarmos conhecer o quão brilhantes são nossos autores. Temos obras tão profundas, e tão divertidas, quanto as que são traduzidas… Muitas delas na estante da livraria próxima da sua casa ou apenas a um clique de distância em lojas virtuais. Mas existem barreiras para se conhecer tais livros?
Ainda existem. Às vezes parece que o que se escreve em território nacional não é visto com bons olhos. Dizem que é problema de preconceito… Eu, contudo, acredito que seja apenas falta de divulgação.
Fonte: http://letraimpressa.com.br


domingo, 23 de junho de 2013

EDITORAS - ENVIO DE ORIGINAIS



Você terminou de escrever o seu livro e ficou satisfeitíssimo com o resultado da obra. Sua esposa, seu marido, seu pai, sua mãe, seu tio, seus amigos do trabalho, do colégio e até mesmo o papagaio adoraram o livro. Foi só elogios. Imediatamente, na empolgação peculiar aos iniciantes, você saiu enviando o original do seu livro para todas as editoras que encontrou pela frente sem ao menos se dá o trabalho de pesquisar a linha editorial de cada uma. Dez meses já se passaram e até agora nenhuma editora respondeu os seus e-mails. Aí você começa a se perguntar: onde foi que eu errei?... 

Confira no vídeo abaixo algumas dicas valiosas da Editora Companhia das Letras sobre o envio de originais. Talvez você descubra onde foi que errou :)


sábado, 22 de junho de 2013

ESPERAR EDITORA É UTÓPICO DIZ AUTOR



Ryoki Inoue

O escritor mais prolífico do mundo cansou de esperar pelas editoras. Autor de 1.100 títulos e reconhecido em 1993 pelo Guinness como o homem que mais escreveu e publicou livros em todo o planeta, Ryoki Inoue já viu seu nome em obras lançadas pelos maiores grupos editoriais do país, mas se sentiu desvalorizado, desistiu e resolveu publicar ele mesmo suas próximas obras, criando uma empresa para fazer isso de forma independente. “O autor é apenas um ninguém para as editoras”, disse o escritor.

“Cansei de ficar esperando prestações de contas. E também cansei de esperar que essas grandes editoras fizessem alguma coisa do ponto de vista de divulgação e marketing”, disse. Em sua empresa, a Ryoki Inoue Produções, o escritor diz ter um controle maior do processo de publicação, da divulgação, da distribuição (com vendas especialmente pela internet) e do retorno financeiro pelos livros vendidos.

Médico, Inoue mudou de profissão e se tornou escritor nos anos 1980. Ele começou a publicar livros de bolso para leitura rápida, com títulos de westerns e pequenos romances históricos vendidos em bancas de revistas. A necessidade de ter uma renda fixa com este trabalho fez com que desenvolvesse técnica para escrever rápido e conseguir publicar muitas obras (até 12 livros por semana), o que o fez alcançar a marca de recordista mundial. Mais recentemente, ele se tornou autor de obras maiores, como “Saga” (Ed. Globo) e “Fruto do Ventre” (Record), mas não ficou satisfeito com a relação com as editoras.

“As editoras grandes, ditas convencionais, estão preocupadas em investir só em autores de retorno certo. Um principiante dificilmente encontra um lugar ao sol”, disse. Segundo ele, a dificuldade em conseguir falar com os editores é outro motivo que o faz escolher e incentivar a publicação independente. “É mais fácil uma boa relação com uma editora pequena do que com uma grande”, disse.

Ele alega ainda que os escritores devem assumir o papel de principais divulgadores e vendedores dos seus próprios livros de forma independente. “Um dentista, para poder trabalhar, tem de investir em seu consultório. Um escritor tem de investir em seu próprio trabalho. Esperar que apareça uma editora que invista em sua obra é bastante utópico.”