quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Max Moreno no "Frases Famosas"


O escritor Max Moreno agora tem “frases famosas”.

 Max Moreno


Confira aqui algumas frases
 do autor.



sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

As paredes eram brancas - Primeiro capítulo

Original inédito


Leia o primeiro capítulo AQUI.

Sobre a obra:

Título: As paredes eram brancas
Autor: Max Moreno
Gênero: ficção suspense / policial
Público: juvenil / New Adult
Número de palavras: 57.801
Caracteres (com espaço): 330.903

SINOPSE
David é um garoto de apenas 13 anos e vive com a família em uma casa simples na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná. Seu pai, um alcoólatra escroto que se diverte ao espancar a esposa nas horas vagas, é assassinado de madrugada na saída de uma boate. Após algum tempo de investigação, a polícia percebe que todas as pistas convergem para uma única suspeita: o garoto teria matado o próprio pai. O problema é que a mãe de David também é assassinada pouco tempo depois, e agora, as duas mortes são atribuídas a ele. O pai não valia nada; mas por que David mataria a própria mãe?
A explicação vem de um laudo médico que aponta para um garoto com sérios transtornos mentais. Então, David é trancafiado num hospital psiquiátrico. Só que é justamente lá que ele suspeita que está sendo envolvido em uma trama assustadora, algo que pode mudar toda a sua trajetória. Mas que segredo poderia estar por trás da morte dos pais do garoto?
Duvidando da própria sanidade, David começa a investigar, mas todas as descobertas só levantam mais dúvidas, e o rapaz se vê diante de uma pergunta perturbadora: até que ponto ele pode acreditar na própria realidade?

O QUE FALAM SOBRE O LIVRO

“O livro é bem interessante e parece uma dessas séries da NETFLIX”.
                                                 (Laura Barcellar – Agente literária)

“Entrega uma boa história ao público que se destina e merece ser publicado”.
                                                        (José Fontenele – Jornalista e escritor)

Leia o primeiro capítulo AQUI. file:///C:/Users/Usuario/Desktop/googleba6b54903b76ed18.html

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

As paredes eram brancas - Novo livro de Max Moreno

Original ainda inédito de Max Moreno

 As paredes eram brancas

Sobre a obra:

Título: As paredes eram brancas
Autor: Max Moreno
Gênero: ficção suspense / policial
Público: juvenil / New Adult
Número de palavras: 57.801
Caracteres (com espaço): 330.903

SINOPSE


David é um garoto de apenas 13 anos e vive com a família em uma casa simples na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná. Seu pai, um alcoólatra escroto que se diverte ao espancar a esposa nas horas vagas, é assassinado de madrugada na saída de uma boate. Após algum tempo de investigação, a polícia percebe que todas as pistas convergem para uma única suspeita: o garoto teria matado o próprio pai. O problema é que a mãe de David também é assassinada pouco tempo depois, e agora, as duas mortes são atribuídas a ele. O pai não valia nada; mas por que David mataria a própria mãe?

A explicação vem de um laudo médico que aponta para um garoto com sérios transtornos mentais. Então, David é trancafiado num hospital psiquiátrico. Só que é justamente lá que ele suspeita que está sendo envolvido em uma trama assustadora, algo que pode mudar toda a sua trajetória. Mas que segredo poderia estar por trás da morte dos pais do garoto?

Duvidando da própria sanidade, David começa a investigar, mas todas as descobertas só levantam mais dúvidas, e o rapaz se vê diante de uma pergunta perturbadora: até que ponto ele pode acreditar na própria realidade?

Mais informações aqui.


sexta-feira, 28 de junho de 2019

Max Moreno - Frases "Pensador"

 Frase de Max Moreno


Confira algumas frases e pensamentos no "Pensador"


Max Moreno nasceu no Paraná. É escritor, profissional do Marketing, redator publicitário e radialista. Em 2014, publicou seu primeiro livro, A Outra Sombra (Suspense). Em 2015, o livro ganhou uma versão em Inglês (The Other Shadow) e foi publicado pela America Star Publishing. Em 2016, com o conto Vinte Pratas, Max participou da coletânea Big Buka, publicada pela editora Os Dez Melhores, em homenagem ao escritor Charles Bukowski. Atualmente Max mora em Campo Mourão, no Paraná.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Editoras independentes buscam soluções e se reúnem em grupo informal



A 'Coesão Independente' já conta com mais de 50 editoras integrantes e prepara evento para abril
Entre 2004 e 2015, Cid Vale Ferreira construiu sua carreira como editor em casas como Scipione, Atual, Ibep, Saraiva e Moderna. Aí, pintou a vontade de abrir um negócio próprio e criou, em 2016, o sebo Clepsidra, que hoje tem duas lojas em São Paulo e se prepara para abrir mais uma em Bauru, no interior paulista. Em março do ano passado, resolveu começar uma editora dedicada à publicação de livros de terror. “Foi aí que percebi que tinha muitas dúvidas. Já tinha feito muitas coisas como editor e revisor, mas não tinha contatos com gráficas, não sabia qual papel escolher, por exemplo. Então, vi que precisava muito do apoio das pessoas que tinham mais experiências do que eu”, conta.
Nesse espírito, resolveu reunir outras editoras em um grupo informal que tem ganhado corpo e já agrega mais de 50 editoras de pequeno e médio porte. Entre as editoras que compõem o quadro associativo (informal, ressaltaria Cid) da Coesão Independente estão, além da Clepsidra, Balão Editorial, Barbatana, Cartola, Cobogó, Draco, Empíreo, Giz, Jujuba, Penalux, Pólen e Wish. “A proposta foi formar um grupo informal, simples como um grupo de WhatsApp, onde a gente tenha essa postura colaborativa, deixando de se ver como concorrentes, encarando como um espaço de solidariedade”, resumiu ao PublishNews.

Desde a formação do grupo, já pintaram ações colaborativas que vão desde coedições até lançamentos coletivos como o que acontecerá no próximo sábado (23), reunindo Pyro, Aetia, Clepsidra e Diário Macabro. E o grupo se prepara para a sua primeira grande ação, o Choque Literário, que vai acontecer em São Paulo no dia 6 de abril, na Associação Beneficente Provincianos Osaka Naniwa Kai (Rua Domingos de Morais, 1.581, Vila Mariana – São Paulo / SP), com a adesão de mais de 30 editoras. “A ideia é que surja um novo canal de venda. Queremos fazer com que as pessoas conheçam essas editoras que, muitas vezes, estão muito fora do radar”, comentou Cid. O grupo já estuda a possibilidade de replicar o evento no Rio de Janeiro e deseja que ele se torne periódico.

Não há uma mensalidade para fazer parte do grupo e os eventos, como o Choque Literário, tem os custos rateados entre os participantes. A Coesão Independente colocou no seu site um formulário pelo qual editoras podem se candidatar a participar do grupo. A entrada ou não das editoras interessadas será decidida pelo coletivo.

Fonte: PublishNews

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Semana do Escritor – Evento Gratuito e Online

Quer encontrar uma boa editora para publicar o seu original? 
Quer aprender técnicas e ferramentas de divulgação para projetar o seu livro no mercado?

Então se ligue nessa dica:




Flávia Iriarte, editora e fundadora do “Carreira Literária” e da editora “Oito e Meio”, promove de 27 ao 31 de agosto, a “Semana do Escritor”, um evento inteiramente gratuito e online, dedicado ao debate de temas relevantes a todos aqueles que querem se dedicar à escrita.

Se você tem um original pronto e não sabe por onde começar para conseguir publicá-lo; se já tem um livro publicado, mas está querendo aprender técnicas e ferramentas de divulgação para projetá-lo no mercado, inscreva-se agora mesmo, pois o evento vai tratar sobre todos esses assuntos.

Clique AQUI e saiba mais.



terça-feira, 21 de agosto de 2018

Curso de Formação de Editor de Livros – EAD ao Vivo


A Casa Educação abre inscrições para o Curso de Formação de Editor de Livros – EAD ao Vivo. Você poderá fazer parte da próxima geração de grandes editores brasileiros.

Não existe outro jeito: só os melhores formam os melhores.

Saiba mais AQUI.


sexta-feira, 22 de junho de 2018

Biblioteca Nacional abre inscrições para prêmio literário

Com nove categorias, interessados podem se inscrever até o dia 6 de agosto




A Fundação Biblioteca Nacional lançou esta semana o edital 2018 do Prêmio Literário da Fundação Biblioteca Nacional. Concedido anualmente, desde 1994, o prêmio tem como objetivo valorizar a produção editorial e os autores nacionais incentivando a qualidade literária e técnica de suas obras. Neste ano, os prêmios contemplarão as obras, em primeira edição, publicadas e impressas no período de 1º de maio de 2017 a 30 de abril de 2018, que estejam em dia com a Lei do Depósito Legal (Lei n.10.994, de 14 de dezembro de 2004) e que possuam número de registro ISBN válido no Brasil. Com nove categorias – romance, conto, poesia, ensaio literário, ensaio social, tradução, projeto gráfico, literatura infantil e literatura juvenil – os interessados podem inscrever suas obras até 6 de agosto. O edital com todas as informações está disponível no site da BN.


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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Novo livro de Stephen King (The Outsider) tem capa revelada

The Outsider será lançado no dia 22 de maio de 2018 nos Estados Unidos. A obra terá 576 páginas e internacionalmente será lançada pela editora Scribner. Ainda não há título ou janela de lançamento para o título no Brasil.



Sinopse:

Um crime indescritível. Uma investigação confusa. O cadáver de um menino de onze anos é encontrado no parque de uma cidade. Testemunhas oculares e impressões digitais apontam, inequivocamente, para um dos cidadãos mais populares de Flint City. O suspeito é Terry Maitland, treinador de beisebol, professor de inglês, marido e pai de duas garotas. O detetive Ralph Anderson, cujo filho Maitland já treinou, ordena uma prisão rápida e pública. Maitland recebe um álibi, mas Anderson e o advogado do distrito logo adicionam provas de DNA para acompanhar as impressões digitais e as testemunhas. O seu caso parece um pouco mais intrincado do que o imaginado.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

ABERST - Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror

Idealizada por Cláudia Lemes, Aberst tem como objetivo unir escritores dos gêneros e divulgar seus trabalhos. Inscrições para associados estão abertas.



Populares ao redor do mundo, as associações de romances de gênero surgiram para fazer com que suas histórias tivessem mais reconhecimento e uma maior valorização. Por aqui, acaba de nascer uma: a Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror (Aberst). Idealizada pela escritora Cláudia Lemes, a associação foi criada com o objetivo de unir escritores dos gêneros, fortalecê-los dentro do cenário literário atual, promover eventos de interação entre escritores, publishers, blogueiros e leitores, divulgar obras e novidades e criar uma premiação anual das melhores obras policiais, de suspense e terror do ano. 

Eleitos por um grupo de aproximadamente 60 autores, o Conselho da Aberst é formado por seis pessoas, entre elas a fundadora como presidente. Tito Prates (embaixador da Agatha Christie no Brasil e escritor), Fábio Fernandes (tradutor de obras icônicas de Ficção Científica e escritor) e Vítor Abdala (escritor de terror e membro da Horror Writers Association) são os conselheiros; Mário Bentes (Publisher da Lendari) é o secretário e Jhefferson Passos (escritor de terror), o tesoureiro. 

Além disso, a associação já conta com Associados Honorários como o escritor Raphael Montes, os editores Pedro Almeida e Alessandra Ruiz e o escritor de terror Rubens Francisco Lucchetti.

Ao PublishNews, Pedro, que é também colunista do PublishNews, ressaltou a importância da associação e a mudança que o gênero sofreu nos últimos anos: “nos romances policiais mais resenhados até os anos 2000, havia menos ação e personagens mais filosóficos, bonachões, quando o bom do gênero está na ação, na agilidade e na arquitetura do mistério. Enfim, foi a época em que se vendeu o que a elite cultural quis consumir. Mas agora há espaço para o livro em que o conteúdo volta a ser mais importante que a forma. Uma retomada dos princípios do gênero, seja como Agatha Christie, Bram Stoker, G K Chesterton e Allan Poe”.

Os associados, que podem ser escritores publicados e independentes, editores, capistas, revisores, blogueiros, youtubers e qualquer pessoa envolvida com literatura, terão acesso a uma rede de apoio, com o intuito de divulgar seus livros e lançamentos. 

Outra vantagem é que esses associados também poderão participar do programa de resenhas da ABERST, que conta com mais de 25 blogs e canais literários que resenharão as obras dos autores associados e terão seus trabalhos e biografias divulgados no site oficial da associação (ainda em construção), e serão convidados para participar de eventos.


Para ajudar na profissionalização de novos autores, a associação também oferecerá cursos e oficinas de escrita com descontos consideráveis para seus associados, que também serão isentos de taxas de inscrição para a participação da Premiação Anual Aberst de literatura, com sua primeira edição prevista para outubro deste ano. Com as inscrições para associados abertas há pouco mais de um mês, a Aberst já conta com 50 deles e pretende ainda fechar parcerias com editoras para facilitar o ingresso de seus autores associados ao mercado, oferecendo sua rede de divulgação em troca.

Para se inscrever clique AQUI e preencha a ficha de adesão.


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Presidente tentou barrar o lançamento do livro

Na última segunda-feira (8), John Sargent, CEO da Macmillan, enviou um memorando aos funcionários da empresa nos EUA informando que recebeu uma demanda do presidente Donald Trump pedindo a “imediata suspensão de qualquer publicação, lançamento e distribuição” do livro Fire and Fury, escrito pelo jornalista Michael Wolff e publicado nos EUA pela Henry Holt, editora do grupo.

O livro conta os bastidores da Casa Branca sob o governo de Donald Trump. No memorando ao qual o PublishNews teve acesso, Sargent diz que o presidente tem todo o direito de chamar de falsas as notícias e de blasfemar contra a mídia. “Não é convencional, mas não é inconstitucional”, diz o documento. “No entanto, pedir que suspenda e desista de uma publicação – um claro esforço do presidente dos EUA em intimidar um editor para que ele interrompa a publicação de um livro importante sobre o funcionamento do governo – é uma tentativa de alcançar aquilo que é chamado de restrição prévia. Isso é algo que nenhuma corte americana ordenaria, já que é um flagrante inconstitucional”, diz Sargent no comunicado. “Não podemos ficar calados. Precisamos responder fortemente não só por Michael Wolff e o seu livro, mas por todos os autores e todos os livros, de agora e do futuro. E, como cidadãos, devemos exigir que o presidente entenda e respeite a Primeira Emenda da Constituição Americana”, conclui Sargent.

A Primeira Emenda diz respeito aos direitos fundamentais do cidadão norte-americano e impede, entre outras coisas, a limitação da liberdade de expressão e de imprensa no País. O livro deverá chegar ao Brasil em março, pela Objetiva.



quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Esqueça a inspiração e talento


Escritor não tem estilo. Quem tem estilo é o personagem.

– A partir dessa constatação podemos iniciar um longo caminho em busca da Pulsação Narrativa – processo de criação ficcional considerando em primeiro lugar que escrever é descobrir e trabalhar a voz narrativa que existe em cada um de nós. Alguns com talento, outros nem tanto – isso é outra coisa. Engenho e arte surgem com disciplina. Com brilho ou sem brilho, a estrada é difícil. Diferente para cada um. O talento, caso exista, se revela pelo trabalho. Esforço e empenho. Exercício permanente. Continuado. A técnica se adquire com um constante exercício de paciência. Escrevemos todos os dias, sem descanso, sem pausa, sem pouso. Sempre. Errando e fracassando. Movidos, no entanto, por um empenho extraordinário. Escritores erram e fracassam muito. O melhor amigo do escritor é a cesta do lixo, já disse Moacy r Scliar. No entanto, o erro e o fracasso devem funcionar como incentivo. O ato de escrever precisa se tornar algo essencial nas nossas vidas.


(Os Segredos da Ficção – Raimundo Carrero)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

NYT divulga lista das melhores capas de 2017

‘Fim’ de Fernanda Torres está entre os escolhidos


O jornal norte-americano The New York Times divulgou sua lista com as 12 melhores capas de livros de 2017 e dentre os escolhidos está a obra Fim, de Fernanda Torres. Publicado no Brasil pela Companhia das Letras e na Terra do Tio Sam pela Restless Books, o livro teve a capa produzida pela Strick&Williams, de Charlote Strick e Claire Williams Martinez.

Outro livro originalmente escrito em português a figurar na lista é O livro do desassossego (New Directions), de Fernando Pessoa. O volume teve a capa produzida por Peter Mendelsund.


Também figuram a lista: O manifesto comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels; Made for love, de Alissa Nutting, The separation, de Katie Kitamura e Why? Explaining the Holocaust, de Peter Hayes. A lista completa você confere clicando aqui

Fonte: PublishNews



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A Outra Sombra - Onde comprar?


Olá, pessoal.

Sempre recebo e-mails de pessoas querendo saber onde podem comprar o livro. Bem, listei abaixo alguns sites onde você encontra A Outra Sombra tanto na versão impressa como na digital. Basta clicar na imagem.

É isso!


Um abraço!








Já leu?... Então, por favor, avalie o livro no SKOOB ;)

Fale com o autor: max@maxmorenooficial.com.br


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

“O Cemitério”, de Stephen King, pode ser adaptado para os cinemas




It: A Coisa já é um sucesso estrondoso e Andy Muschietti — o diretor do filme — já está dando pistas de filmes que gostaria de trabalhar depois que terminar a adaptação de It. Em uma entrevista a revista EW,  Muschietti disse que, se pudesse escolher uma nova obra de Stephen King para adaptar, escolheria “O Cemitério“, o primeiro livro de King que ele leu na vida. Ele declarou:

“Minha afeição por O Cemitério vai seguir comigo até eu morrer. Eu sempre sonharei com a possibilidade de fazer um filme dessa obra.”

A irmã de Andy e produtora dos filmes do diretor, Barbara Muschietti, revelou que eles inclusive já leram roteiros de uma adaptação do livro e que gostariam de fazer justiça a obra caso produzissem o longa:

“Vamos ver quem consegue fazer esse filme antes! Mas Cemitério foi o primeiro livro do King que nós lemos e é o livro mais pessoal dele. Você consegue imaginar a sua jovem família. O que ele vai fazer pra manter sua família? Até que ponto ele vai chegar? Mas nós gostaríamos de fazer justiça ao livro da mesma forma como fizemos com It: A Coisa. As versões que lemos nos últimos anos, na nossa opinião, não representam bem o livro.”

Mas o diretor do filme de terror mais bem sucedido da história tem uma competição grande pela frente, Guillermo Del Toro também tem interesse em adaptar a obra:

“Livro do dia: O Cemitério de Stephen King. Muito sombrio e emocional. Li compulsivamente. Mataria alguém pra fazer um filme disso.”


Por enquanto Andy Muschietti só está agendado para dirigir o capítulo 2 de It: A Coisa, que deve estrear em 2019.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Novo livro de Dan Brown, 'Origem' - Leia o primeiro capítulo

Romance que traz como protagonista Robert Langdon chega às livrarias no dia 3 de outubro


O professor Robert Langdon está de volta após quatro anos de espera. A Editora Arqueiro, que publica a obra do best-seller Dan Brown no Brasil, divulgou hoje o primeiro capítulo de "Origem", o novo romance do escritor, que chega às livrarias do mundo todo no dia 3 de outubro.


Principal protagonista dos romances do best-seller americano Dan Brown — presente em "Anjos e demônios" (2000), "Código Da Vinci" (2003), "O símbolo perdido" (2009) e "Inferno" —, o professor de Harvard, especialista em simbologia e iconografia religiosa, viaja para Bilbao, na Espanha, acompanhar o anúncio de uma descoberta que iria mudar a ciência para sempre.

O responsável pela apresentação no icônico Museu Guggenheim é Edmond Kirsch, um bilionário de 40 anos que se tornou globalmente conhecido por suas invenções tecnológicas e suas previsões audaciosas. Kirsch foi um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard e promete responder a duas questões fundamentais sobre a existência humana.

No meio do evento, entretanto, irrompe o caos e a descoberta pode ser perder para sempre. Ao lado da diretora do museu, Ambra Vidal, ele voa para Barcelona numa saga para localizara senha que pode abrir o segredo de Kirsch. A trama, bem ao estilo de Brown, mistura fatos históricos, extremismo religioso e arte.

Leia AQUI o primeiro capítulo.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Leia trechos da biografia 'Rogéria — Uma mulher e mais um pouco'

Livro escrito por Márcio Paschoal foi lançado em outubro de 2016


Há um ano, Rogéria, nascida Astolfo Barroso Pinto, repassou sua trajetória na biografia "Rogéria — Uma mulher e mais um pouco" (Sextante), assinada pelo jornalista Márcio Paschoal. A atriz e cantora morreu na noite dessa segunda-feira, aos 74 anos. Leia trechos:

As reinações de Tofinho

Astolfinho não gostava de brincar de bonecas (na verdade, tinha pavor delas), mas já se notavam nele alguns trejeitos femininos. Descia as escadas puxando um pano, como se fosse um vestido longo. Alguns comentários de que o filho parecia uma menininha não abalariam nem modificariam o comportamento de sua mãe.

Com espírito de liderança, Astolfinho logo se tornou chefe da sua turma de amigos. Falante e carismático, comandava o grupo que se aventurava pela vizinhança, descobrindo novidades. Havia uma ponte nas proximidades, e os meninos iam lá para pegar rã. Tofinho deu com uma cobra-d’água e ficou em pânico, histérico. Os meninos estranharam, mas ninguém se atrevia a zombar dele. Tinha faniquitos, mas era bom de braço. Todo mundo já desconfiava que ele era meio viadinho, mas ninguém falava nada. Pelo menos, na sua frente.

Adolescência

A cada dia aumentava nele a vontade de se vestir de mulher. Seria uma forma de se expressar, relacionada a roupas, sapatos, maquiagem, adereços e acessórios, enfim, com a caracterização feminina. Já se sentia meio mulher, e era como se, ao se vestir assim, acalmasse uma angústia com a qual ele mesmo não conseguia atinar. Era Carnaval, e Astolfinho, então com 14 anos, viu ali uma oportunidade única: colocou um maiô Catalina preto, uma saia amarela e um chapeuzinho para disfarçar o cabelo curto. Não se maquiou nem pôs peruca. Era o suficiente. Todos que passavam por ele mexiam “Que lindinha!”, “Vai aonde, gracinha?”. Astolfinho estava adorando. O azar foi sua tia Neusa o flagrar passando e logo contar a Eloah. Resultado: uma bronca daquelas e, como castigo, o fim do Carnaval para ele. Na realidade, a bronca da mãe não era propriamente por ele se fantasiar daquela maneira, mas sim por deixar-se ser visto.

O padrasto

Astolfo vivia a postura mais neutra dos travestis. Não precisava sobreviverda venda de sexo, não se intoxicava de drogas e álcool, não deformava o corpo com injeções de silicone industrial ou óleo Nujol, não passava pelas agruras que eles passavam na tênue linha que separava o normal e o aceito da marginalidade. Astolfo era gay e adorava fantasiar-se de mulher, mas não praticava o estilo travesti de vida. Também se sentia feliz como homem. Especialistas em sexualidade entendem que os travestis, em sua grande maioria, são biologicamente identificados com o seu sexo de nascimento. O padrão comportamental é sentirem-se, ao mesmo tempo, como homens e mulheres, não cogitarem mudar o sexo biológico e terem, geralmente, atração por pessoas do mesmo sexo.

A transformação

Com os hormônios, cabelos louros, depilada e magra, unhas longas e quadradas (dica dos tempos de vedete com Carmen Verônica), só lhe faltava uma correção no nariz. A cirurgia de um dia foi realizada numa clínica no 6ème arrondissement. Pronto! O encontro de Astolfo com seu lado mulher estava terminado. Agora Rogéria passaria a incorporar o lado feminino em seu cotidiano parisiense 24 horas por dia. O teste final aconteceria no metrô de Paris, entre as estações de Pigalle e Montparnasse, na companhia da transformista Dany Dan e da transexual Capucine. “Vamos ver se você passa por mulher, vagabunda, bicha ou homem”, disseram. Rogéria, de rabo de cavalo, vestido simples e um salto não muito alto, recebeu alguns olhares de cobiça, mas ninguém riu nem debochou dela. A maioria das pessoas sequer tomou conhecimento. Rogériahavia passado no teste, com louvor. Estava pronta. Overedicto foi de Dany: “Tu es prêt à voler!” Você está pronta para voar.

Leia mais aqui.

Fonte: O Globo


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Livro "13 Razões para Votar no PT"



Chega às livrarias nesta semana o livro "13 Razões para Votar no PT" (editora Matrix). A obra satírica traz na capa frase de Marco Antonio Villa, da Jovem Pan ("o melhor livro que o Lula já leu"), e, nas orelhas, textos de Kim Kataguiri ("a maior obra jamais escrita por um petista") e de Danilo Gentili ("conseguiu descrever a inteligência e o caráter daqueles que defendem Lula e o PT"). Dentro, há 73 páginas em branco. O livro é cópia de "O que se Perde Sem Maluf", lançado nos anos 1980.


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Apenas 37% das editoras brasileiras produzem e vendem e-books

Censo do Livro Digital mostras que mercado ainda engatinha no Brasil


Apenas 37% das editoras brasileiras produzem e vendem e-books. Já as receitas com a comercialização de livros digitais representam 1,09% do faturamento total das editoras, alcançando R$ 42.543.916,96. Esses números, que revelam uma chegada ainda tímida dos e-books no país, foram revelados pelo 1º Censo do Livro Digital, uma iniciativa inédita do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (Snel) e da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

O estudo, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), analisou dados relativos ao ano de 2016 de 794 editoras, das quais apenas 294 trabalham com livros digitais. O objetivo foi fazer um diagnóstico dos e-books no país que sirva de base para comparação nos próximos anos. A Fipe já realiza, anualmente, a Pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro.

Para Marcos da Veiga Pereira, presidente do Snel, a primeira reação ao ver o resultado do censo foi de surpresa. Pereira ressalta que as obras autopublicadas nas plataformas da Amazon e da Saraiva não foram computadas porque as empresas não abrem os números.

— A surpresa foi a quantidade de editoras que produzem e comercializam e-books no Brasil. É um índice abaixo do que eu esperava — diz Pereira.

Já Luís Antônio Torelli, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), admite certa decepção com o número, mas acredita numa influência negativa da crise que afeta o setor há alguns anos.


— Estamos vivendo uma crise horrorosa. Temos observado uma queda do número de novos ISBNs (que reflete um número menor de lançamentos). O e-book ainda é uma novidade que exige investimento para ser bem feito. Acredito que as editoras estejam com o pé no freio — afirmou Torelli.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Biblioteca Nacional lança aplicativo

Disponível para Android e IOS, aplicativo permite que o público consulte o acervo da instituição



Biblioteca Nacional lançou um novo aplicativo gratuito para as plataformas Android e IOS, que permite a consulta ao acervo da instituição a partir de dispositivos móveis.

O aplicativo oferece recursos de busca por título da obra, nome do autor e assunto; também é possível filtrar pelo tipo material – álbum, atlas, dissertação, gravura, livro etc. –, bem como pelo acervo no qual a obra está registrada, de acordo com classificação das obras no sistema da BN – Ausentes, Cartografia, Iconografia, Obras Raras, Manuscritos, Música, Periódicos, Periódicos Raros, Referência e Testes e Dissertações. Por fim, o usuário pode marcar a opção de busca apenas por objetos que possuem conteúdo digital associado.


Liana Amadeo, Coordenadora Geral do Centro de Processamento e Preservação da Biblioteca Nacional, justifica: “a Biblioteca Nacional ficou ainda mais acessível para estudantes e pesquisadores. Isso corta as amarras: você tem a Biblioteca Nacional literalmente na palma da mão”.