terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Novidades para 2015 na Turma da Mônica e na Abril


O Saraiva Conteúdo fez um exercício de imaginação na matéria Lançamentos Malucos para 2015, perguntando o que alguns quadrinistas queriam ver em 2015. Agora, chega a hora de saber o que as editoras realmente preparam até o final do ano para os leitores: o selo Graphic MSP, da Turma da Mônica, já tem datas previstas de lançamentos, enquanto a Abril anuncia datas e capas de especiais e de novos mangás, incluindoOperação Big Hero.

A Turma da Mônica já começa o ano com um especial em Magali: uma celebração de 500 edições, sendo 403 pelas editoras Abril/Globo e 97 pela Panini. A Mauricio de Sousa Produções (MSP) ainda promete mais: após o lançamento de Austronauta - Singularidade, no final de 2014, abrindo a nova safra de álbuns Graphic MSP, chega a vez de novos títulos com diferentes personagens da turma.

Louco, por Rogério Coelho, deve sair em maio. Penadinho, por Paulo Crumbim e Cris Eiko, está previsto para julho. Já para o segundo semestre, por volta de novembro, está planejado um de dois títulos: ou Turma da Mata, por Artur Fujita, Roger Cruz e Davi Calil, ou Papa-Capim, por Marcela Godoy e Renato Guedes. Antes disso, em setembro, deve vir o segundo volume de Turma da Mônica, de Vitor e Lu Cafaggi. Os títulos oficiais ainda não foram divulgados.

"Além disso, haverá uma coletânea com todas as HQs feitas pelo próprio Mauricio para as revistas Zaz Traz e Bidu; um outro livro compilando os 3 primeiros livros de Mauricio – publicados pela FTD em 1965 – e um outro projeto especial, que ainda é segredo", revela Sidney Gusman, gerente de Planejamento Editorial da MSP. É aguardar para conferir!

Na editora Abril, além dos já anunciados Era Uma Vez na América, A Saga do Tio Patinhas e Os 80 Anos do Pato Donald, todos para o primeiro trimestre, vêm aí mais mangás, após os sucesso de Kingdom Hearts. Agora em janeiro, além do mangá em dois volumes de Operação Big Hero (1º volume a partir de 16 de janeiro, para as regiões Sul e Sudeste), Princesa Kilala, em 5 volumes, começa a chegar (9 de janeiro para Sul e Sudeste).

Na mesma linha de Kingdom Hearts, misturando personagens clássicos com mangá, Kilala conta a história de uma garotinha que acaba indo parar no mundo das princesas da Disney e precisa, então, achar a 7ª princesa para combater o Mal. Estão previstos ainda, pela Abril, o álbum de figurinhas e a revista oficial de Operação Big Hero, além de vários outros títulos de mangá ainda não confirmados.


 Fonte: Saraiva (Por Marcelo Rafael)

sábado, 10 de janeiro de 2015

Editora Os Dez Melhores lançará coletivo em homenagem a Charles Bukowski

Por Max Moreno

“O Velho Safado” por autores brasileiros contemporâneos

O romancista, poeta e contista Henry Charles Bukowski Jr. será homenageado pela Editora Os Dez Melhores. A editora está preparando um coletivo, reunindo contos de dez os autores brasileiros, cujo objetivo (além de homenageá-lo, é claro) é retratar as temáticas utilizadas por Bukowski em seu estilo “obsceno” e coloquial. Temas como: prostituição, alcoolismo, corridas de cavalos, experiências escatológicas, foram amplamente explorados pelo autor em suas obras, o que sempre dividiu a crítica.

Dotado de um humor ferino, Bukowski é considerado o último escritor maldito da literatura norte-americana. Nascido na Alemanha, aos 3 anos de idade o autor se mudou com a família para os Estados Unidos. Aos 15 anos começou a escrever poesias, embora seu primeiro livro tenha sido publicado somente 20 anos mais tarde, em 1955.


O coletivo Big Buka (Editora Os Dez melhores) tem previsão de lançamento ainda neste ano de 2015. Os fãs (leitores) das obras do “velho safado” aguardam com ansiedade o lançamento desta justa homenagem a um dos maiores escritores de todos os tempos.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Fotógrafa prepara livro de fotos sobre carreira dos Mutantes


Os Mutantes foram um dos principais nomes do movimento Tropicalista, que agitou a música brasileira nos anos 70. Mesmo após mais de 40 anos, a banda continua a manter um grupo de fiéis seguidores e fãs.

Para alegria desses admiradores, diversos produtos sobre a banda são lançados até a atualidade. Recentemente, chegou à loja um Box com CDs da fase mais clássica do grupo. Chamada de Os Mutantes – Box com 7 CDs, a caixa reúne seis discos com a formação clássica dos mutantes, além de um disco reunindo raridades da banda.

Agora um novo produto pode chegar ao mercado em breve. A fotógrafa Leila Lisboa Sznelwar está preparando um livro visual com diversas fotos e imagens inéditas da banda, do período que vai de 1969 a 1973.

Leila, que foi namorada do baixista Liminha, acompanhou o trio formado por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias durante os anos mais efervescentes dos Mutantes.

O projeto de Leila está em processo de construção há alguns anos e tem a aprovação dos integrantes da banda, que ainda são amigos da fotógrafa. Infelizmente, Leila ainda não tem previsão de quando o livro chegará às lojas.


Fonte: Saraiva (Por Felipe Candido)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Histórias de musas da MPB são reveladas em livro da jornalista Rosane Queiroz


Uma verdade sobre a música é universal: as mulheres são grandes inspirações para canções. E quem de nós nunca quis conhecer as almas femininas que inspiraram artistas? Por exemplo, Lígia, aquela de olhos castanhos que metiam mais medo que um dia de sol, era professora primária e, na verdade, nunca andou com Tom Jobim pela praia até o Leblon. No máximo, aceitou uma carona em seu fusca azul.

E a espanhola, da famosa música de Guarabyra e Flávio Venturini? A canção foi inspirada em uma jovem que vendia ácido no trânsito, nos anos 70. E quando o músico Ivan Lins evoca Madalena, sua musa mais célebre, está na verdade se referindo a uma pessoa chamada Vera Regina.

Todas essas músicas e algumas outras têm agora as suas histórias desvendadas por Rosane Queiroz, jornalista apaixonada por música, que também se dedica ao piano e ao canto. Rosane se dedicou durante uma década investigando as histórias por trás das canções que têm como título um nome de mulher ou uma expressão que remeta à figura feminina. Desse trabalho nasceu 'Musas e músicas: a mulher por trás da canção'. O livro é o primeiro dedicado aos mistérios e as tramas que envolvem as amadas e amantes citadas no cancioneiro nacional.

No livro, estão as musas clássicas das paixões avassaladoras, dos corações partidos e dos romances proibidos que dominavam as composições do passado. Mas também tem espaço para as amadas contemporâneas, como a descolada Anna Júlia, do hit da banda Los Hermanos. De acordo com o livro, inclusive, a moça esclarece que o ar blasé com que a descrevem era, na verdade, apenas timidez.

Algumas histórias são surpreendentes, como por exemplo é o caso de 'Pérola Negra', de Luiz Melodia, escrita para a amada que relutava em abandonar o namorado oficial. E há ainda aquelas amparadas em momentos de pura fugacidade, como Dora, que Dorival Caymmi criou ao se encantar por uma passista de frevo, anônima, que avistou da janela de um hotel.


Segundo livro de Rosane, 'Musas e músicas' faz uma visita aos bastidores e aos diferentes estilos e períodos da música brasileira. O livro passeia pela boemia cheia de romantismo da bossa nova, a exuberância dos tropicalistas, o imaginário de excessos e misturas dos anos 80.

Fonte: iBahia

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Nicholas Sparks se separa da mulher


Nicholas Sparks, o escritor americano que fez carreira assinando romances açucarados (e trágicos) como Um Amor para Recordar e Diário de uma Paixão, acaba de perder aquela que chama de sua “musa inspiradora”. O autor confirmou o fim de seu casamento de 25 anos ao site da revista People nesta terça-feira.

“Cathy e eu nos separamos. Essa não é, claro, uma decisão que tomamos sem refletir. Nós continuamos a ser amigos próximos com profundo respeito um pelo outro e amor por nossos filhos. Pelo bem dos nossos filhos, nós consideramos isso um assunto privado”, afirmou em comunicado. Sparks e Cathy se casaram em 1989 e são pais de três meninos e duas meninas gêmeas.

Autor de dezessete romances – dos quais nove foram adaptados para o cinema –, Nicholas Sparks sempre falou de Cathy como sua musa. “Todos os meus romances têm elementos autobiográficos. Quase todos meus personagens femininos são baseados na minha esposa, por exemplo. Ela é inteligente, engraçada, leal, amável, forte, com um coração de ouro. Boa parcela dos meus personagens acaba sendo assim também”, afirmou o escritor ao site de VEJA em 2013

Fonte: Veja


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Os melhores livros de 2014


Na ficção, o ano teve bons lançamentos de autores brasileiros, como Evandro Affonso Ferreira e Elvira Vigna, o retorno do tcheco Milan Kundera e a primeira edição nacional de um clássico do russo Vassili Grossman. Veja os dez melhores livros de ficção do ano (e mais abaixo, os cinco melhores de não ficção):

‘De repente, uma batida na porta’, de Etgar Keret (Rocco): Um dos principais nomes da atual literatura israelense e destaque da Flip deste ano, o contista Etgar Keret teve um livro publicado no Brasil pela primeira vez, em tradução de Nancy Rozenchan. A inventividade e o humor nonsense do escritor brilham em 38 histórias, como a que imagina uma terra habitada pelas mentiras que os homens contam ou a que narra o destino insólito de um homem que, segundos antes de morrer, pede a um anjo a paz mundial.

‘A festa da insignificância’, de Milan Kundera (Companhia das Letras): Depois de mais de 10 anos sem publicar, o tcheco Milan Kundera voltou à ficção com um romance sobre quatro velhos amigos parisienses em busca de um sentido para suas vidas. Traduzido por Teresa Bulhões Carvalho da Fonseca, o novo livro do autor de “A insustentável leveza do ser” retrata a insignificância como “a essência da existência”. E não deixa de falar de política, com alusões frequentes a Stalin e à história recente da Europa.

‘Graça infinita’, de David Foster Wallace (Companhia das Letras): Brasil em tradução de Caetano W. Galindo quase 20 anos depois de lançado nos EUA, é uma das mais ambiciosas obras de ficção das últimas décadas, tanto pela extensão (mais de 1.100 páginas) quanto pela complexidade. É também uma reflexão comovente sobre o vício, o individualismo e a obsessão pelo entretenimento, com uma prosa extravagante e bem-humorada.

‘Os luminares’, de Eleanor Catton (Biblioteca Azul): Por este livro de 888 páginas, a neozelandesa, presente na Flip deste ano, tornou-se a mais jovem ganhadora do Booker Prize, em 2013, aos 28 anos. Ambientado na Nova Zelândia do século XIX, em meio à corrida do ouro no país, o romance de tintas vitorianas, traduzido por Fabio Bonillo, tem uma arquitetura complexa inspirada pela astrologia: são 12 capítulos precedidos por mapas astrais que refletem o curso das vidas de seus 12 protagonistas.

‘Paradiso’, de José Lezama Lima (Edições da Estação Liberdade e da Martins Fontes): Depois de uma disputa judicial pelos direitos de publicação no país, a obra-prima do cubano Lezama Lima ganhou duas traduções no Brasil: uma pela Estação Liberdade, a cargo de Josely Vianna Baptista, e outra pela editora Martins Fontes, de Olga Savary. Lançado em 1966, o romance acompanha os anos de formação do poeta Cemí, descritos com uma uma linguagem radical que fez dele um clássico do século XX.

Fonte: O Globo (matéria completa aqui)


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Três lançamentos encerram reedição da obra completa de Rubem Fonseca


O escritor e roteirista Rubem Fonseca acaba de ter toda a sua obra literária reeditada pela Nova Fronteira. Com os recentes lançamentos de O Buraco na Parede, A Confraria dos Espadas e O Romance Morreu, a editora encerra a reedição da obra completa do autor.

As novas edições trazem posfácio assinado por Sergio Augusto, curador da coleção do autor, e textos de crítica publicados em diferentes veículos de imprensa.

Este ano, Rubem Fonseca venceu o Prêmio Jabuti 2014 na categoria Contos e Crônicas com o livro Amálgama.

Fonte: Saraiva