segunda-feira, 3 de novembro de 2014

"Eu só pensava em treinar", revela Schwarzenegger em recente biografia



Ele é unanimidade entre os que praticam e gostam do fisiculturismo. Entre atletas, amadores e simpatizantes, Arnold Schwarzenegger foi considerado um dos corpos mais mais simétricos e perfeitos a concorrer ao Mister Olímpia, uma espécie de Miss Universo do Fisiculturismo. O astro é exemplo de perseverança, disciplina e foco. Essa e muitas outras histórias poderão ser conferidas na sua biografia Arnold Schwarzenegger – a Inacreditável História da Minha Vida. 

O astro que é mais conhecido como ator hollyoodiano foi, segundo alguns, o maior fisiculturista da história do esporte com vários títulos consecutivos. Fugiu do exército, ao 18 anos, para participar de sua primeira competição internacional e conquistou o juvenil Mister Europa, na Alemanha. Austríaco, nascido na pós segunda  guerra sempre sonhou com os pódios e aos 21 anos já tinha recebido a coroa de Mister Universo, como o homem mais bonito do mundo e aos 23 anos, conquistou o desejado Mister Olimpia, em Nova York, entrando para a história da competição como o atleta mais novo a ganhar o prêmio. Venceu outras seis vezes, o homem mais musculoso da Terra. Quando já havia anunciado sua aposentadoria, foi seduzido pela excelente forma física, - na época tinha gravado Conan - O Bárbaro, se preparou em apenas sete semanas em segredo, e concorreu ao último Mister Olímpia da sua carreira. Levou o título e finalmente encerrou a carreira de fisculturista.

Mesmo após a aposentadoria, o astro ainda é tratado com muito respeito no mercado, entre atletas e na imprensa do segmento. A revista MuscleMag International mantém espaço de um artigo de duas páginas mensal sobre Arnold, e se refere a ele como "The King", - O Rei. Foi criado o Arnold Classic também em sua homenagem, um evento esportivo que realiza edições no mundo todo, inclusive no Brasil.

Fonte de inspiração, o astro fitness é um exemplo para os apaixonados por musculação e leitura interessante para quem quer seguir seus passos.


Primeira mãe de santo escritora do país, Mãe Stella é homenageada na Bahia


Aos 89 anos, a Ialorixá do Ilê Axé Opô Afonjá Mãe Stella de Oxóssi foi a escritora homenageada da IV Festa Literária Internacional de Cachoeira, a Flica, no Recôncavo Baiano, evento que segue os moldes da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) e que já reúne mais de 20 mil pessoas por edição. Em tempos de intolerância religiosa crescente, onde terreiros de candomblé vêm sendo destruídos sistematicamente pelo país, a primeira mãe de santo a escrever e publicar livros no Brasil foi ovacionada pela plateia do evento que se encerra hoje, que curiosamente é realizado no interior de um convento — e que teve participantes como o escritor português Gonçalo M Tavares, o angolano Ondjaaki, o romeno Matei Visniec, o lituano Leonidas Donskins, o carioca Paulo Lins, Stella Caymmi, entre outros.

Enfermeira de formação, escritora, colunista do jornal A Tarde e ocupante da cadeira de número 33 da Academia de Letras da Bahia (foi eleita no ano passado), a mesma de Castro Alves, aliás, Mãe Stella é uma liderança religiosa inconteste na Bahia, elogiada por escritores como Antonio Olinto, Jorge Amado e João Ubaldo Ribeiro. Depois de atender centenas de fiéis num ônibus literário criado por ela, uma espécie de biblioteca móvel, e sob a forte chuva que caiu na cidadezinha na tarde de sábado, Mãe Stella falou para mais de 500 pessoas que se apertaram na "tenda" improvisada no claustro do Convento do Carmo sobre a experiência de ser uma "imortal".

— Eu fiquei com medo dos acadêmicos, claro, será que eu corresponderia às expectativas deles? O que eu faria no meio dos imortais? Mas está dando tudo certo e estou gostando muito da experiência — comentou Mãe Stella, emocionada com o assédio caloroso do público e sempre acompanhada de um griô senegalês, que levava um atabaque para anunciar com toques sua entrada e falas. — Para cada pavor, um agradecimento. Oxóssi não chega, ele está comigo o tempo todo, quando eu escrevo também. E se a turma gostou dos meus livros, é porque prestam. O que eu quero é estar bem para andar no meu ônibus levando conhecimento até o fim dos meus dias. Até quem não sabe escrever deve escrever livros. É só ditar uma história. Até as crianças. É de pequeno que se ensinam as coisas.

Autora de seis livros, entre eles "E aí aconteceu o encanto", "Meu tempo é agora" e "Opinião", uma coletânea das suas crônicas publicadas no jornal A Tarde, Mãe Stella comentou a escalada de preconceito contra adeptos de religiões afro-brasileiras ("na escola que criamos no Ilê Axé Opô Afonjá, há muitos filhos de evangélicos"); e contra nordestinos, manifestações que se espalharam nas redes sociais depois da eleição da presidente Dilma Rousseff. Mas, a seu modo, fez duras críticas com muito humor.

— Sabe quando uma pessoa delira quando está doente? Pois então. Há pessoas doentes de alma, que estão delirando. Ou doentes, mesmo. Deve ter sido um mocotó mal-comido, e aí entrou esse delírio na cabeça das pessoas, essa coisa de preconceito contra nordestinos. A parte mais sofisticada que Deus criou foi o ser humano. Eu gostaria de pedir que as pessoas não pensem apenas nas grandes ações, mas sobretudo nas boas ações.


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Livro - Ivete Sangalo fala sobre rumores de homossexualidade

Em entrevista a jornal, autor da obra conta que isso nunca foi uma questão para a cantora

Ivete Sangalo falou sobre os rumores de que seria homossexual em seu novo livro, Pura Paixão, que chega às livrarias em novembro.

Em entrevista ao jornal Extra, desta terça-feira (26), o autor Jorge Velloso revelou que ela falou sobre o tema sem qualquer intenção de ser polêmica.

— Em algum momento das entrevistas, ela falou sobre o assunto. O engraçado é que isso nunca foi uma questão. Ivete até brincou que assumir um relacionamento homossexual para um baiano não é exatamente algo difícil.

O autor ainda fala que Ivete não quis explorar os amores do passado.


— O fato de hoje ela estar bem casada e ter formado sua própria família faz com que esse assunto não lhe pareça tão relevante.

J.K. Rowling prepara conto sobre vilã de ‘Harry Potter’

Em comemoração ao dia das bruxas nos Estados Unidos, a autora vai publicar uma nova história sobre a personagem Dolores Umbridge, interpretada por Imelda Staunton no cinema


Mais uma vez, a escritora britânica J.K. Rowling surpreendeu os fãs da saga Harry Potter. Ela anunciou nesta sexta-feira que vai publicar um conto inédito sobre a vilã Dolores Umbridge, no dia 31 de outubro, dia das bruxas, nos Estados Unidos. "O conteúdo terá novidades sobre a vida de Dolores Umbridge, com detalhes exclusivos, além de revelar os pensamentos em primeira pessoa de J.K. Rowling sobre o caráter do personagem", diz uma breve descrição no site Pottermore, página da internet em que os fãs podem interagir com o universo de Harry Potter juntamente com a autora.

Dolores apareceu pela primeira vez no livro Harry Potter e a Ordem da Fênix, o quinto da série. Ela foi subsecretária do Ministério da Magia e, posteriormente, se tornou diretora de Hogwarts por algum tempo. "Dolores Umbridge não é um personagem comum de Harry Potter. Ela é a única pessoa, depois de Lord Voldemort, que deixou uma cicatriz física e permanente em Harry", diz texto publicado no site Pottermore.
No cinema, Dolores Umbridge foi interpretada pela atriz Imelda Staunton (de O Segredo de Vera Drake).

Em agosto, depois de voltar a retratar o bruxinho e seus melhores amigos, Rony e Hermione, já adultos em um conto publicado em julho no seu site Pottermore, a autora decidiu dar uma chance a uma personagem que apareceu pouco em sua série de livros. Em novo texto, também divulgado no Pottermore, a bruxa cantora Celestina Warbeck, citada algumas vezes nos livros de Harry Potter, terá sua própria biografia.


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Livro de ficção científica mistura romance e game de realidade aumentada


O enigma é confuso, mas em resumo funciona assim: o primeiro a desvendá-lo fica milionário. Dinheiro a ser recebido, diga-se, em moedas de ouro. Se não acredita, é só dar um pulo em Las Vegas: as moedas douradas, no valor de US$ 500 mil (pouco mais de R$ 1,2 milhões), reluzem no hall do hotel e cassino Caesars Palace para quem quiser ver. Elas são o prêmio a quem vencer a aventura literária e tecnológica proposta pelo livro “Endgame — O chamado”, de James Frey e Nils Johson-Shelton, que chega agora ao Brasil (pela editora Intrínseca), duas semanas após seu lançamento nos Estados Unidos.

A obra, primeira de uma trilogia que já teve seus direitos vendidos para o cinema e a TV, propõe um quebra-cabeça. Quem resolvê-lo leva uma chave que abre o cofre com a grana. Para fazê-lo, é preciso acessar links ao longo do romance que levam a lugares estranhos da internet: sites misteriosos, teorias da conspiração, material sobre civilizações antigas e vídeos narrados por vozes cavernosas. Pensada para um público internacional, brasileiros também podem entrar na disputa. Só vale lembrar que os links levam a páginas em inglês.

A corrida pelo ouro é promovida pelos autores americanos — a editora brasileira frisa que é responsável apenas pelo lançamento do livro, e não pelo jogo, que conta com a parceria do Google. A Niantic Labs, start-up que pertence ao gigante do Vale do Silício, desenvolveu um game de realidade aumentada para celular, cuja versão teste deve estar disponível em até seis semanas. O jogo segue o modelo do Ingress, desenvolvido pela mesma empresa, no qual a localização real do jogador é um espaço a ser conquistado no mundo virtual. Assim, marmanjos ocupam as ruas para conquistar “portais” na Cinelândia, na Baía de Guanabara, em Paquetá.

Fonte: O Globo (matéria completa aqui)

Batman clássico e Drácula da Marvel vêm aí!


Para o próximo Dia das Bruxas/Dia do Saci, a Panini programou um especial da Marvel sobre o maior dos vampiros. Já pela DC, a editora anunciou para os próximos meses a volta do Batman de 1960.

A edição especial Coleção Marvel Terror: A Tumba do Drácula (com Gerry Conway, Archie Goodwin e Gardner Fox nos roteiros e Gene Colan nas ilustrações) chega até o Dia das Bruxas/Dia do Saci para as regiões Sul e Sudeste.


Com 164 páginas de papel off-set, o encadernado reúne as 6 primeiras edições coloridas de The Tomb of Dracula e 2 outras histórias em P&B, Dracula Lives, mostrando o retorno do mestre vampiresco ao nosso mundo e a formação de uma equipe caça-vampiros liderada por uma parenta do célebre Van Helsing.

Já pela DC Comics, como o editor sênior da Panini, Levi Trindade, havia prometido no final do ano passado, sai no Brasil a coleção Batman ’66. Trata-se da curiosa adaptação para os quadrinhos do clássico seriado de TV da década de 1960, estrelado por Adam West e Burt Ward.

 Com roteiros de Jeff Parker e desenhos de Jonathan Case, o especial deve ter formato 17 cm X 26 cm, 132 páginas em papel couché e capa dura. O encadernado ainda não tem data definida para publicação, mas deve chegar até o final do ano.

O Cavaleiro das Trevas ainda deve ganhar os especiais A Corte de Corujas, com as primeiras histórias do herói na nova fase da DC, Os Novos 52, e também um sombrio especial de Natal, Batman: Noel, revolvendo o passado nebuloso de Bruce Wayne.

Fonte: Saraiva


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Com novos aplicativos, audiolivro tenta se reinventar no Brasil


No início, eles eram vistos como opção para deficientes visuais. Depois, como solução para quem queria ler no trânsito. Hoje, desconectados de mídias físicas como o CD, os audiolivros tentam uma nova chance no mercado brasileiro, esperançosos com as bem-sucedidas experiências do exterior.

Dois aplicativos tentam, agora, ganhar o leitor brasileiro. O primeiro é o Ubook, lançado há algumas semanas. O segundo é o Tocalivros, que se prepara para iniciar suas operações no fim do mês. Com modelos de negócios distintos, o objetivo dos dois é o mesmo: oferecer livros em áudio para quem reclama da falta de tempo. A ideia é “ler” simultaneamente a outras atividades.

O Tocalivros aposta em um modelo de negócios mais tradicional: editora e autor são remunerados pela venda de cada livro, cujo preço fica entre o da edição física e o do e-book. Já o Ubook aposta em um modelo que ainda não decolou no Brasil: o de assinaturas. Nele, o cliente paga um valor mensal (R$ 18,90, por cartão, e R$ 4,99, se for via operadora de telefonia) e escuta o que quiser. No mercado de e-books, as editoras brasileiras nunca quiseram embarcar nesse modelo, por falta de solução para remunerar a si mesmas e a seus autores. Sem falar do medo de terem suas vendas físicas engolidas por serviços como esses.


Fonte: O Globo (leia a matéria completa aqui)